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Luz, Câmera, Esquecimento: O Brasil na Segunda Guerra Mundial e a trajetória do filme perdido O Brasileiro João de Souza
Autor: Daniel Mata Roque
1ª edição, 2021
Esta pesquisa acadêmica tem como objetivo compreender como foi produzido o filme O Brasileiro João de Souza (Bob Chust, 1944), qual foi a sua relevância para a memória brasileira sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e em que contexto ocorreu o seu desaparecimento enquanto produto cinematográfico para ser exibido e assistido, após o lançamento no Rio de Janeiro em 1944 e a projeção em Nova York (EUA), no mesmo ano, dentro do contexto da Política de Boa Vizinhança. O problema central é perceber como esse filme, aparentemente relevante no contexto histórico, pôde ser quase completamente esquecido e não ter nenhum resquício material preservado, deixando como indícios apenas notícias de jornal, fotografias, citações bibliográficas e raros documentos de arquivo. Buscamos assim reconstituir a trajetória do filme perdido.
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Manoel do Nascimento Matta, comendador angolano no Império do Brasil
Manoel do Nascimento Matta: Comendador angolano no Império do Brasil
Organização: Daniel Mata Roque
1ª edição, 2021
Manoel do Nascimento Matta, homem negro e livre nascido em Luanda aproximadamente em 1790, após carreira no funcionalismo público colonial de Angola, estabeleceu-se no Rio de Janeiro, à época capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 1821. No Império do Brasil tornou-se bem-sucedido comerciante, tendo recebido o título de Comendador da portuguesa Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, enfrentando preconceitos e resistências, seguramente um dos primeiros e raros homens negros a atingir tal distinção. Naturalizou-se brasileiro, casou-se com a francesa Maria Virgínia Prelieux e deixou numerosa descendência: seu filho caçula, José Pereira do Nascimento Matta, destacou-se como advogado abolicionista no século XIX e sua bisneta Helena Ramos foi enfermeira voluntária da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Manoel faleceu em 13 de julho de 1854, aos 64 anos de idade, sendo sepultado na cidade maravilhosa que passou a ser sua residência. Neste livreto, impresso para comemorar o bicentenário da chegada de Manoel ao Brasil (2021), apresentamos uma pesquisa ainda em andamento, onde procuramos esboçar seu perfil biográfico através da trajetória evidenciada por documentos históricos, fotografias de família, matérias de jornal e bibliografia.
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Tenente Rosenthal, Vovô Israel
Autor: Israel Rosenthal
Organização: Marcos Rosenthal Jochimek, Israel Blajberg e Daniel Mata Roque
1ª edição, 2021
Livro de memórias de Israel Rosenthal, dentista da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, no ano de seu centenário de nascimento (2021). Aos 23 anos, Israel Rosenthal embarcava com o mesmo destino, no 5º Escalão da FEB, e na condição de voluntário, Aspirante-a-Oficial de Infantaria, sendo designado dentista no Depósito de Pessoal da FEB, retornando ao Brasil como 2º Tenente em setembro de 1945. Aposentado da Prefeitura do Rio de Janeiro, onde serviu como dentista durante décadas, passou a atuar como dedicado colaborador da Associação Nacional dos Veteranos da FEB (ANVFEB), onde é atualmente Presidente de Honra do Conselho Deliberativo. Agora, rumo ao centenário, seu nome é livro, uma merecida e justa homenagem na Voz da História, que ele tanto engrandeceu.

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Livro A Veterana - Perfil biográfico da enfermeira da FEB Helena Ramos
A Veterana: perfil biográfico da 2º Tenente Helena Ramos, enfermeira da Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial
Organização: Daniel Mata Roque
1ª edição, 2019
Helena Ramos voluntariou-se para lutar em uma guerra que viria a ser o maior conflito armado da história. Ao invés de arma, empunhou a Cruz Vermelha para amenizar o sofrimento de compatriotas, aliados e até mesmo inimigos. Pioneira, fez parte do primeiro contingente de mulheres militares oficialmente integradas ao Exército Brasileiro, herdando as tradições de Maria Quitéria e Anna Nery. Foi uma heroína brasileira. Os fatos biográficos são poucos, Helena deixou poucas pegadas. Esse livro inclui seus ascendentes, partindo do bisavô Manoel, negro angolano que chegou livre ao Brasil em 1821. Ao narrar a atuação de Helena durante a guerra, o texto traz, por extensão, um pouco da história coletiva de todas as enfermeiras da FEB. Preservar a história é nosso dever. Ter descoberto esta história não foi mais que alegria.

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Práticas e Representações Fotográficas do Serviço de Saúde Brasileiro na II Guerra Mundial
Organização: Daniel Mata Roque, Margarida Bernardes, Alexandre de Oliveira e Israel Blajberg
 
1ª edição, 2019
A participação de brasileiros nos campos de batalha da II Guerra Mundial (1939-1945) foi marcante na história pátria. Procuramos apresentar nesta pesquisa, a partir de relatos e apoiados em 50 documentos fotográficos, alguns recortes da atuação do Serviço de Saúde das três Forças durante a guerra, destacando o 1º Batalhão de Saúde da FEB e seu caráter multiprofissional e internacional, bem como os Veteranos da saúde ainda vivos. Como anexo, a relação dos oficiais de saúde da FEB e dos integrantes do Serviço de Saúde mortos durante a guerra.
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A cobra vai filmar
Autor: Daniel Mata Roque
 
1ª edição, 2018 (esgotada)
2ª edição, 2019
Pesquisa acadêmica na interseção entre cinema e história, buscando compreender a representação da Segunda Guerra Mundial no cinema brasileiro de ficção e as razões políticas e sociais que resultaram em uma escassa filmografia. Esperamos que esta publicação venha a ser útil no estudo acadêmico, no conhecimento geral e no incentivo para que surjam novas produções cinematográficas sobre a Segunda Guerra Mundial. Na primeira parte, Guerra ao cinema de guerra, objetivamos entender as razões políticas e sociais que levaram o Brasil a possuir uma cinematografia limitada a sete obras ficcionais sobre a Segunda Guerra, analisando como o Estado Brasileiro interferiu na produção. Na segunda parte, Os Pracinhas na Tela, nos propusemos a analisar, sob a definição de cinema de guerra, a produção cinematográfica brasileira sobre a Segunda Guerra, particularmente as obras "Sangue, amor e neve" e "A Estrada 47". Prefácio do presidente da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) – Seção Rio de Janeiro, Professor Israel Blajberg.

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Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB): 1963-2018, 55 anos de lutas e memórias
Organização: Israel Blajberg, Daniel Mata Roque
 
1ª edição, 2018
55º aniversário de fundação da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB): seu resumo histórico com textos, artigos, anexos e ilustrações 73 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.

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Sob a luz de Antares
Autor: Oduvaldo do Nascimento Matta
Organização: Daniel Mata Roque, Olímpio Santa Rita Mata
 
1ª edição, 2017
Coletânea de poesias, cartas e peças teatrais de autoria de Oduvaldo do Nascimento Matta.

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